Livros a serem publicados

Autor: Rodrigo Oliva

Título: Interconexões de Poéticas Audiovisuais: transcineclipe, transclipecine e hiperestilização

Editora do livro: Editora Appris.

Currículo do autor: Doutor em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná. Coordenador, Pesquisador e Docente dos cursos de Publicidade e Propaganda e Produção Audiovisual da Universidade Paranaense.

Descrição do livro: Esta obra apresenta os resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi ampliar os estudos da comunicação audiovisual. Trata-se de compreender como as linguagens audiovisuais se hibridizam, em especial a linguagem do cinema e a do videoclipe.

Autores: João Queiroz e Priscila Farias

Título: Visualizando Signos: modelos visuais para as classificações de Charles S. Peirce

Editora: Fapesp

Currículo dos autores:

Priscila Farias é professora associada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), onde orienta trabalhos de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Design. É coordenadora do Laboratório de Pesquisa em Design Visual e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Edita o periódico científico InfoDesign – Revista Brasileira de Design da Informação, e é membro do corpo editorial de várias outras publicações da área de design no Brasil e no exterior, tais como Journal of Design History, The Design Journal, Design and Culture, Information Design Journal e Communication Design. É autora de diversos artigos sobre tipografia, design e semiótica, do livro Tipografia Digital (2ab, 1998, hoje em sua 4ª edição), organizadora de coletâneas, entre elas Design frontiers: territories, concepts, technologies (Designio, 2014) e coordenadora da coleção Pensando o Design (Blucher). Suas principais áreas de pesquisa incluem: tipografia, história do design, design visual e semiótica.

João Queiroz é professor do Instituto de Artes e Design (IAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É autor e editor de diversos livros e special issues, entre os quais Lógica diagramática de C. S. Peirce (2013), Diagrammatical reasoning and Peircean logic representations (2011), Genes, information, and semiosis (2009), Artificial cognition systems (2005), Semiotics and intelligent systems development (2005), Semiose segundo Peirce (2004). É coeditor do projeto Commens – Digital Companion of C. S. Peirce (Creative Commons, 2014), membro do International Association for Cognitive Semiotics (IACS), pesquisador associado ao Centro de Estudos de Intermidialidade e Multimodalidade, Linnaeus University (Suécia) e ao Departamento de Linguística, Universidade Free State (África do Sul). Suas principais áreas de pesquisa incluem: semiótica cognitiva, filosofia de C. S. Peirce, intermidialidade.

Descrição do Livro: A classificação dos signos está entre os tópicos mais importantes do sistema filosófico de Charles S. Peirce. As 10, 28 e 66 classes de signos representam um grande refinamento da divisão mais conhecida – ícone, índice, símbolo.
“Visualizando Signos” examina diferentes estratégias de visualização dessas classificações, e propõe um método para o design de diagramas das 10 e 66 classes. A primeira parte do livro introduz noções fundamentais da filosofia de Peirce, como as categorias fenomenológicas, as tricotomias, as classes de signos e a noção de diagramas. Na segunda parte, diferentes modelagens envolvendo cor, volume, movimento e interação são analisadas, e dois diagramas dinâmicos desenvolvidos pelos autores são apresentados.

Autor: Diego Weigelt

Título: Como os jovens ouvem rádio? Uma cultura lusófona de consumo radiofônico

Editora: Insular

Currículo do autor: Diego Weigelt é doutor em Ciências da Comunicação − Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, pela Universidade Nova de Lisboa. Trabalha na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e é membro do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), do Grupo de Pesquisa Mediações e Interações Radiofônicas e da Rede de Estudos de Rádio e Som, em Portugal. Conhece 26 países e possui experiência de mais de 10 anos na área de comunicação, com ênfase em rádio.

Descrição do livro: Com a vertiginosa ascensão da internet, avançam em todo o mundo os estudos de rádio, mídia sonora e suas interfaces com as tecnologias emergentes. Ampla audiência, credibilidade e vínculos com todos os segmentos sociais exigem da radiofonia novos formatos, modelos de negócios e inovação, sobretudo num momento de transição para plataformas digitais e com a recepção em múltiplos dispositivos, particularmente em smartphones. Neste livro, Diego Weigelt trata de um tema pouco estudado, o consumo de rádio entre jovens no Brasil e em Portugal, numa nova fase de estudos de recepção, em que a compreensão das dinâmicas interacionais em torno do meio ganha maior destaque, dividindo as atenções com análises de discurso ou de representações veiculadas no dial. Uma publicação destinada a todos que pensam e fazem rádio.

Autor: Guilherme Carvalho

Título: O espaço da mídia pública no Brasil

Editora: Appris Editora e Livraria

Currículo do autor: Pós-doutorando em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), doutor em Sociologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Possui pós-graduação (lato sensu) em Comunicação, Cultura e Arte pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC–PR) e graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela UEPG. Atualmente é professor e coordenador do curso de Jornalismo do Centro Universitário Internacional (Uninter).

Descrição do livro:  O livro “O espaço da mídia pública no Brasil” pretende contribuir para que a temática da mídia pública seja compreendida como um fundamento de extrema importância para a democracia. O estudo parte da hipótese de que as dificuldades das emissoras públicas do país, que as tornam, na maioria das vezes, irrelevantes, decorrem de aspectos históricos e culturais, mas principalmente do seu aparelhamento ideológico por parte de políticos e partidos. Em termos práticos, apresentamos um mapa nacional da mídia pública radiodifusora brasileira, com base na lista divulgada pelo Ministério das Comunicações em 2014, além de um levantamento do estado da arte do tema “mídia pública no Brasil” e uma análise histórico-documental de emissoras públicas no país, com especial atenção a três casos: a TV Brasil, a TV Cultura e a Rádio e Televisão Educativa do Paraná (RTVE–PR).

 

Autor: Gustavo dos Santos Prado

Título: A verdadeira Legião Urbana são vocês: Renato Russo, rock e juventude

Editora: Editora e-manuscrito

Currículo do autor: Graduado em História pela Universidade Estadual Paulista (Unesp – Campus de Assis), especialista em Ensino de Geografia pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), Mestre e Doutor em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Dedica-se ao estudo sobre a cultura do rock nacional e seus desdobramentos na juventude; possuindo várias publicações sobre a temática. É autor do livro A verdadeira Legião Urbana são vocês: Renato Russo, rock e juventude. Atualmente, é docente do curso de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Design Gráfico e Fotografia no Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz na cidade de Cascavel-PR

Descrição do livro: O livro procura investigar os desdobramentos temáticos existentes na obra da Legião Urbana, assim como o processo de recepção pelo público da banda brasiliense. Com esses objetivos, a pesquisa realiza um debate acadêmico, recorrendo inclusive a uma parcela da literatura que investiga o rock nacional dos anos 80 e que credita a repercussão do estilo, somente, a produtores e gravadoras. Essas análises de cunho mercadológico, estético e jornalístico interpretam o movimento roqueiro de forma estática, sem maleabilidade e tensões, sendo que os agentes supracitados, supostamente, teriam mantido as bandas totalmente submissas às suas pretensões. Sob esse ponto de vista, os grupos de rock não teriam oferecido nenhuma resistência às imposições advindas daqueles agentes. Nos estudos realizados sob essa perspectiva, ao público que se identificou com o estilo é atribuído papel secundário no processo de difusão da música elétrica. Todavia, a presente pesquisa, possuindo em seu horizonte os objetivos citados, bem como os pressupostos teóricos dos estudos culturais, vai em busca de outras interpretações. Para tanto, discute-se a participação de alguns movimentos juvenis em torno do rock, ao longo da segunda metade do século XX, sendo que tal diálogo é considerado necessário haja vista a associação do estilo musical com a juventude, que foi inerente à trajetória de Renato Russo, em Brasília, onde seus contatos com a cultura punk, seu círculo social e a formação de bandas de garagem culminaram no surgimento da Legião Urbana. Posteriormente, a pesquisa analisa a experiência do grupo dentro do mercado fonográfico e da mídia, observando as tensões que a banda foi obrigada a enfrentar para manter-se ativa no mercado de bens culturais. Após esse percurso inicial, o livro busca uma interpretação, entre várias possíveis, no que tange às continuidades e mutações que existiram na discografia do grupo produzida em estúdio. Essa, ao exclamar fragmentos da visão de mundo de Renato Russo, com forte direcionamento à juventude de seu tempo, permite à pesquisa discutir o consumo e a recepção de suas canções, por uma parcela de seu público, em meio a um conjunto de possibilidades oferecidas no cotidiano. As fontes utilizadas são entrevistas de Renato Russo, músicas e imagens contidas em todos os álbuns gravados em estúdio e depoimentos orais dos sujeitos que eram jovens durante os anos 80 e 90 e que acompanharam a carreira dos jovens de Brasília. O labor com essa diversidade de fontes, além de problematizar a rigidez imposta por parte da literatura do rock nacional, abre caminho para algumas vias interpretativas, seja para a análise da obra da Legião Urbana, seja para exame dos processos de recepção e consumo realizados pelo seu público.

Autor: Eduardo Ritter

Título: Jornalismo Gonzo: medo, delírio, mentiras sinceras e outras verdades

Editora do livro: Insular (Florianópolis)

Currículo do autor: Eduardo Ritter é doutor em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral (PDSE/CAPES) na New York University (Estados Unidos). Atualmente é professor do Departamentos de Ciências da Comunicação (Decom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Frederico Westphalen. Atuou como jornalista em jornais, emissoras de rádio e agências de notícia do Rio Grande do Sul, e é autor do livro “A tribo jornalística de Erico Verissimo” (Unijuí, 2016).

Descrição do livro: 394, páginas. Hunter S Thompson (1937-2005) foi um dos jornalistas mais polêmicos e badalados de sua época. O trabalho desenvolvido por ele a partir dos anos 1960 ultrapassou as fronteiras dos Estados Unidos. O estilo Gonzo, criado por Thompson, inspira jornalistas ao redor do globo. Com um texto agressivo e sincero, ele jogou drogas, bebidas, medo, delírio, humor, mentiras e verdades nas páginas de jornais e revistas. Transformou a cobertura de uma prova de turfe, de um rali no deserto e de uma convenção de policiais em Las Vegas em clássicos da literatura ocidental. Tornou-se o inimigo público número 1 de Richard Nixon antes dele ser chutado para fora da Casa Branca. Brigou e xingou editores, entregou reportagens aos 49 do segundo tempo e publicou o que não queriam que fosse publicado. Mas, acima de tudo, escreveu textos sinceros. É essa sinceridade que Eduardo Ritter traz à tona, mostrando como Hunter Thompson fez uso de sua parresía (fala franca) no jornalismo. Igualmente sincera, é a análise de Ritter, que andou por Las Vegas, Nova York e muitos outros lugares sistematizando o legado deixado por Thompson em um mundo que, cada vez mais, precisa de autores com o espírito Gonzo.